segunda-feira, 20 de novembro de 2017

20 de Novembro - Dia da Consciência Negra

O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro e representa a luta dos negros contra a discriminação racial.

Dia da Consciência Negra é comemorado em todo território nacional. Esta data foi escolhida por ter sido o dia da morte do líder negro "Zumbi", que lutou contra a escravidão no Brasil.

A celebração relembra a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade. Afinal, as gerações que sucederam a época de escravidão sofreram diversos níveis de preconceito.

Manifestação popular no dia da Consciência Negra
A data foi estabelecida pelo projeto Lei n.º 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, somente em 2011 a lei foi sancionada (Lei 12.519/2011) pela presidente Dilma Rousseff. Em alguns estados do país, o Dia da Consciência Negra é feriado como no Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Amapá, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

História do Dia da Consciência Negra

As diversas nações africanas não se reconheciam como negros, e sim como Bantos, Haúças, Niams, Fulas, Kanembus, etc.

Os primeiros africanos trazidos para o Brasil como escravos chegaram aqui em 1532. A abolição do tráfico negreiro deu-se em 1850, pela Lei Eusébio de Queiroz. Após a abolição formal da escravidão no dia 13 de maio de 1888, a busca da "liberdade" e da igualdade por direitos dos negros jamais cessou.

O sentimento de discriminação sentido por todos os lados tornou o negro excluído da sociedade, da educação e assim, marginalizado no mercado de trabalho.

Essa exclusão foi aos poucos se diluindo. O negro encontrava lugar nos esportes e artes, mas não tinha acesso à universidade, por exemplo. Deste modo, a população negra optou por uma celebração simbólica dessa luta constante para sua libertação.

A criação de um dia comemorativo da Consciência Negra é uma forma de lembrar a importância de valorizar um povo que contribuiu para o desenvolvimento da cultura brasileira.

No dia 9 de janeiro de 2003, a Lei Federal 10.639 instituiu o "Dia Nacional da Consciência Negra", no calendário escolar. O ensino da cultura afro-brasileira passou a fazer parte do currículo escolar em todo o país.

Durante este período, diversas atividades e projetos são realizados nas escolas de todo o país para comemorar a luta dos afrodescendentes.

Além disso, tem o intuito de conscientizar a população para a importância desse povo na formação social, histórica e cultural de nosso país.

Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares
Zumbi, nascido num Quilombo (aldeia onde viviam os escravos fugitivos), lutou até a morte para defender seu povo contra a escravidão.

Da escravidão, Zumbi só conhecia as terríveis histórias que os mais velhos estavam sempre contando. Eles lembravam a morte no porão dos navios, a escuridão das senzalas, o trabalho escravo e os castigos sofridos.

O Quilombo dos Palmares estava situado numa longa faixa de terra de 200 quilômetros de largura. Estava paralelo à costa, situado entre o cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco, e a parte norte do curso superior do rio São Francisco, hoje no estado de Alagoas.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Aluna de Doutorado em Bioantropologia fala sobre sua experiência com o Estágio "Sanduíche" na University of South Florida (USF)

Ariana da Silva na sala do Applied Biocultural Laboratories
(USF) durante o Doutorado Sanduíche 
Iniciei o estágio "Sanduiche" como parte do doutorado em Antropologia, em maio de 2017, na University of South Florida (USF), no Applied Biocultural Laboratory, do Graduate Program in Anthropology, que funciona no Social Science Building, cidade de Tampa, Florida, EUA, sendo orientada pela Profª. Drª. Lorena Madrigal. A Profª. Madrigal é especialista em Estatística Aplicada em Antropologia e em Doença Falciforme (Traço Falciforme) e Membro Executivo da American Anthropological Association. Recebi bolsa da CAPES por quatro meses para desenvolver um estágio internacional na USF a fim de aprimorar os conhecimentos adquiridos ao longo do Doutoramento no Programa de Pós-Graduação em Antropologia, ênfase em Bioantropologia, da Universidade Federal do Pará (PPGA/UFPA), contudo, permaneci mais dois meses na USF por conta própria, para ter um tempo mais confortável para poder cumprir o objetivo de preparar um ou dois artigos relativos às pesquisas para a tese. 

No Applied Biocultural Laboratory tive acesso a uma sala dividida com outra estudante, a um computador, a uma mini biblioteca, acesso ao SAS ASSIST (Programa de Estatística utilizado na USF), matricula e e-mail da instituição, que me dava acesso livre as bibliotecas da USF (virtual e real), com possibilidade de baixar os mais recentes artigos e livros publicados sobre DF e outros assuntos, além de poder acessar todos os diversos espaços, eventos, viagens e atividades acadêmicas na USF, como: palestras, conferências, sala de aula (fui aluna convidada da disciplina Human Variation, da Profa. Lorena), jogos de todos os esportes, academia de ginástica, cafés (Wednesdays with World, evento mensal para bate papo com alunos e profissionais da USF), festinhas, e inúmeros momentos de sociabilidade que a USF tem com os estudantes regulares e visitantes, nacionais e internacionais, incluindo, churrascos e brincadeiras.

No que diz respeito a tese, analisei os dados estatísticos no SAS ASSIST com a experiente supervisão e orientação da Profª. Lorena, que me ajudou a pensar sobre os números e avaliar as informações sobre ancestralidade genética, renda, idade, gênero, raça/cor, racismo e sintomas clínicos de pessoas com DF, que foram alguns dos levantamentos feitos no Brasil durante a pesquisa de campo, sendo que esse programa é de excelente aplicação para dados qualitativos e quantitativos em Antropologia/Bioantropologia, Ciências Sociais, etc. A minha pesquisa obteve alguns resultados importantes para que possamos entender melhor a respeito dos dados genéticos e bioculturais que vivenciam as pessoas com DF na Amazônia. Aqui, editei e submeti o 3º artigo da tese já com alguns resultados sobre o levantamento de renda de pessoas com DF no Estado do Para (versão em Português) e consegui finalizar o 4º e último artigo da tese, com os resultados que obtive utilizando o SAS ASSIST, falando sobre ancestralidade genômica e identidade social de pessoas com DF (versão em Inglês), que após a reedição da Profª. Lorena Madrigal (USF/EUA) e do meu orientador Profº. Dr. Hilton P. Silva, enviarei para uma revista ainda a ser definida. Além de trabalhar nas análises dos dados que trouxe do Brasil, nos levantamentos bibliográficos, participar das aulas do curso da Profª. Lorena e treinar o Inglês, ao final de minha estadia eu também tive a oportunidade de fazer uma palestra para discentes e docentes do Departamento de Antropologia da USF. 

O que levo dessa experiência na USF/Flórida é muito mais do que conhecimento teórico, mas uma imersão na Cultura Norte Americana em sentido amplo: uma nova linguagem (ainda que inicial, a comunicação em inglês melhorou substancialmente!), organização da sociedade, incrível estrutura educacional para os estudantes e professores, disciplina, objetividade e bastante foco em tudo o que eles fazem na vida e que, agora, tenho como aprendizado. Só tenho muito a agradecer a USF, aos Profs. Hilton e Lorena, ao PPGA, a CAPES e a minha “American Family” (Linda (dona da casa onde morei), Caetlin (filha da Linda) e Bukki (outro estudante de doutorado, Nigeriano, que morava conosco), por me proporcionarem tamanha experiência acadêmica e humana. Muito obrigada!!! 

Ariana da Silva - Email: arianabelem@gmail.com

Tampa, Florida, Novembro de 2017.

Acervo fotográfico do Estágio "Sanduíche" na University of South Florida USF/Tampa/EUA
Ariana no Applied Biocultural Laboratories/USF
Reunião no Office da Profa. Dra. Lorena Madrigal/USF
"Wednesday's with World" - Café, snacks e sociabilidade com estudantes de todas as nacionalidades, professores e  outros funcionários da USF que acontecia uma quarta-feira por mês
Almoço com a Profa. Dra. Madrigal no Marshall Student Center/USF
Bilhetinhos na porta de uma das salas do Departamento de Antropologia da USF com recados que diziam:
"Estudantes estrangeiros são benvindos", entre outros.
Palestra sobre Gênero Trans/Biblioteca/USF
Jantar com a Profa. Lorena Madrigal
Sala de aula na USF/Social Science Bulding/Antropologia Biológica
American Barbecue
Família Americana na Flórida/Tampa

Festa de boas vindas chamada "We Are Welcome" para novos estudantes de Graduação e Pós Graduação (Marshall Student Center/USF). Na foto, estudantes da Índia, da Geórgia (Europa) com a doutoranda Ariana (Brasil/América do Sul). O "chifrinho" que eles fazem nasmãos representa a expressão: "GO BULLS!" ("Vamos Búfalos!"), pois o búfalo representa a força e a garra da USF.

O site da USF segue: http://www.usf.edu/

terça-feira, 31 de outubro de 2017

LEBIOS Participa do I CONGRESSO DE PESQUISADORES/AS NEGROS/AS DO NORDESTE – COPENOR

 “PRESENÇA NEGRA NO NORDESTE PARA ALÉM DOS TAMBORES: SABERES CULTURAIS E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO”



O I Congresso de Pesquisadores/as Negros/as do Nordeste ocorreu no período de 24 a 27 de outubro na Universidade Federal do Maranhão – UFMA.

Em parceria com o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros/NEAB e a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros/ABPN, o Congresso contou com a presença de pesquisadores (as) dos núcleos de estudos afro-brasileiros e indígenas das diversas instituições de ensino superior, dos institutos federais e demais centros de pesquisas, estimulando, também, a participação de estudantes dos cursos de graduação, professores (as) da educação básica e integrantes de organizações da sociedade civil.

A discente Nádia Alinne Fernandes, vinculada ao LEBIOS e doutoranda em Bioantropologia do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA/UFPA), coordenou a oficina sobre Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional no Contexto da População Negra, no dia 24 de outubro. A Oficina foi proposta por Nádia e pelo Prof. Dr. Hilton P. Silva, coordenador do LEBIOS e da Casa Brasil-África da UFPA (CBA/UFPA), e membro da ABPN, e teve como o princípio contribuir para o desenvolvimento das políticas públicas voltadas à Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) e Promoção da Igualdade Racial. O diálogo entre pesquisadores caminhou para a percepção, de forma coletiva, da prevalência da insegurança alimentar em populações negras, especialmente, nas populações tradicionais de matriz africana e quilombolas.


Oficina Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional no Contexto da População Negra, coordenado por Nádia Alinne Fernandes, no I COPENOR.

Oficina Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional no Contexto da População Negra, coordenado por Nádia Alinne Fernandes, no I COPENOR.

No dia 26 de outubro, a discente coordenou o GT 9 sobre Saúde da População Negra. O GT foi proposto e organizado pelos Profs. Drs. Altair dos Santos Lira – UFBA, Edna Maria de Araújo – UEFS e Prof. Dr. Hilton Pereira da Silva – UFPA. O Grupo entende que o racismo institucional é determinante para a saúde da população negra, posto que é estruturante da marginalização e da segregação do negro em todas as esferas públicas e privadas brasileiras. Este é o primeiro GT sobre Saúde da População Negra criado pela ABPN e tem como focos a formação e atuação dos profissionais, a situação de saúde e as demandas dos usuários negros, e o diálogo entre sociedade civil, órgãos públicos e pesquisadores. Foram apresentados os seguintes trabalhos:


Projeto de Extensão Saúde da População Negra em Senhor do Bonfim: um relato de experiência. Autores: Eliana do Sacramento de Almeida, Carmélia Aparecida Silva Miranda, Ruan Carlos Dias Santos e Noelayne Oliveira Lima;

Anemia Falciforme em Debate: Uma compreensão acerca da Política Pública de Saúde da População Negra. Autora: Elisandra Cantanhede Ribeiro (UFMA);

Vulnerabilidades no Parto: um recorte étnico/racial da assistência obstétrica no Brasil. Autores: Kelly Diogo de Lima, Rafael da Silveira Moreira e Camila Pimentel;

Repercussões psicológicas e seu impacto na qualidade de vida das crianças e adolescentes com anemia falciforme. Autores: Nelcilene Ferreira de Jesus, Cintia Rafaeli, Uilliane Silva e Viviane Silva;

Saúde da População Negra: ações de pesquisa e intervenção em território quilombola. Autores: Thiago André de Lima Costa (Odontologia UFPB) e Isabela Ludimila de Oliveira Bezerra (Pedagogia UFPB).


Fotos do GT 9 Saúde da População Negra, coordenado por Nádia Alinne Fernandes, no I COPENOR.









domingo, 22 de outubro de 2017

VI SEMINÁRIO INTERNACIONAL ANTROPOLOGIA EM FOCO

Em sua sexta edição, o SEMINÁRIO INTERNACIONAL ANTROPOLOGIA EM FOCO tem por objetivo o de viabilizar um fórum de debates sobre a interdisciplinaridade em Antropologia com relação a temas de relevância para a Pan-Amazônia, ao estabelecer o diálogo entre acadêmicos/as que apresentam resultados de pesquisas já realizadas e estudantes de pós-graduação que iniciam suas trajetórias junto ao Programa de Pós- Graduação em Antropologia (PPGA) nos quatro campos da Antropologia (Antropologia Social e Cultural, Arqueologia, Bioantropologia e Antropologia Linguística) e suas interfaces disciplinares. Em 2017, será apresentado o estado da arte nas pesquisas em quatro grandes eixos temáticos: 1. Estado, Políticas e Direitos: a Antropologia na berlinda; 2. Diversidade Sexual e de Gênero em Contextos Diferenciados: descolonizando, descentrando e desaxializando a Antropologia brasileira; 3. Alimentação, Saúde e Território; 4. Línguas indígenas, linguística antropológica e inclusão social: desafios para o PPGA.

Promoção: Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) Data: 24, 25 e 26 de outubro de 2017 Local: Auditório do IFCH e Miniauditório do PPGA.


Informações referentes a programação e inscrições, estão no site do evento: http://emfocoantropologia.wixsite.com/antropologiaemfoco

Essa edição contará com a II exposição sobre Evolução Humana da UFPA.



























segunda-feira, 9 de outubro de 2017

III Seminário de Bioantropologia da Universidade Federal do Pará

O III Seminário de Bioantropologia e a I exposição sobre Evolução Humana da Universidade Federal do Pará ocorreram nos dias 28 e 29 de setembro, com a exposição sendo realizada somente no dia 29.


Fizeram parte da programação do III Seminário de Bioantropologia as palestras sobre “Paleodieta e a vida na américa pré-colonial”, ministrada pelo professor Doutor Renato Kipnis, e, “Paleoepidemiologia de agentes infecciosos e migração humana na amazônia”, ministrada pelo professor doutor Antonio Carlos Vallinoto; também fizeram parte das atrações a mesa redonda “O lugar da Bio na Antropologia” que teve como participantes os professores doutores Heraldo Maués, Renato Kipnis e Hilton Silva; a roda de conversa “Bioética e ética na pesquisa antropológica” com as professoras doutoras Érica Quináglia e Renata de Godoy; e o Cine Debate com o professor doutor Hugo Menezes.


Nesta edição do evento tivemos algo novo, a exposição sobre Evolução Humana, que mesmo aberta por apenas um dia, foi visitada por 146 pessoas de diferentes espaços acadêmicos, profissões e áreas de estudo, proporcionando a elas uma experiência única de entrar em contato com a história sobre a evolução do Homo sapiens. A exposição foi realizada no espaço da sala de congregação do Instituto de Ciências Humanas, que foi cedida para a realização da mesma.

Para nós da organização, o evento foi um sucesso, o que explica isso são as 200 pessoas que realizaram a pré-inscrição no evento, as 146 pessoas que visitaram a nossa exposição e o aumento da abrangência do evento, no qual houve participação recorde de estudantes de outros institutos da UFPA e até de outras instituições.


O sucesso desse evento deve-se ao empenho, esforço e dedicação de um grupo, na sua maioria de estudantes de graduação e pós-graduação. 
Nossos sinceros agradecimentos a comissão organizadora do III Seminário de Bioantropologia do Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFPA:

Coordenação geral: 

Hilton Pereira da Silva

Comissão organizadora:

Nádia Alinne Fernandes

Thaise Costa

Taiane Novaes

Letícia Morgana

Aline Wanessa

Alisson Lima

Erika Dourado

Giovana Piane

Roseane Tavares

Dandara Nobre

Luis Felipe

Aleff Monteiro

Ligia Filgueiras

Elizabeth Pires

CENTROS ACADÊMICOS:

CANUT – Centro Acadêmico de Nutrição – Jamilly Martins

CAFISIO – Centro Acadêmico de Fisioterapia – Sabrina Araújo

AGRADECIMENTOS ESPECIAIS:

Sabrina Fernandes – Mestranda do PPGA/ Contribuiu com a apresentação da exposição. 1º trabalho como museóloga.

Cybele Figueiredo – Doutoranda do PPGA/ Arquiteta, contribuiu com o designer da Exposição.

Kelton Mendes- Mestrando do PPGA e Bolsista do Emilio Goeldi, contribuiu com as descrições dos líticos da exposição e participou da monitoria.

Elton Oliveira Pereira – Contribuiu com os registros fotográficos.




Abertura do III Seminário de Bioantropologia por Fabiano Gontijo e Hilton Silva




Exposição sobre Evolução Humana


Roda de conversa sobre Bioética com as Professoras Doutoras Renata de Godoy e Érica Quináglia, da esquerda para a direita

Doutoranda de Bioantropologia do PPGA, Elizabeth Pires, expondo seu trabalho no III Seminário de Bioantropologia

Doutora em Bioantropologia formada pelo PPGA/UFPA, Lígia Filgueiras, expondo seu trabalho no III Seminário de Bioantropologia

Palestra sobre Paleoepidemiologia de Agentes Infecciosos com o Professor Doutor Antonio Carlos Vallinoto

Cine Debate com o Professor Doutor Hugo Menezes

Antropologia e Saúde com o Professor Doutor Flávio Barros

Participantes do III Seminário de Bioantropologia

Comissão organizadora do evento
Vídeo sobre a I Exposição sobre Evolução Humana da UFPA


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

III SEMINÁRIO DE BIOANTROPOLOGIA DO PPGA - 2017

III SEMINÁRIO DE BIOANTROPOLOGIA DO PPGA - 2017

O objetivo do Seminário de Bioantropologia é apresentar a Antropologia Biológica em seus variados campos à comunidade acadêmica, uma vez que nossa área ainda é praticamente desconhecida do público em geral, mostrar a diversidade de abordagens que podem ser feitas utilizando-se os instrumentos antropológicos (sensu latu) para a compreensão da vida das populações do passado e do presente, e ser um "painel" sobre os trabalhos em andamento no PPGA e nossas parcerias. 

Além disso, teremos a primeira exposição sobre Evolução Humana do PPGA.

Sua presença será uma honra!

INSCREVA-SE JÁ!! A PROGRAMAÇÃO SEGUE ABAIXO: 







REALIZAÇÃO:






quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Palestra: Evolução Humana - Instituto de Ciências da Saúde/ICS/UFPA

Palestra: Evolução Químico-
Biológica: Da Ancestralidade Humanan à Autora dos Tempos Neodarwinistas


Participação do Prof. Dr. Hilton P Silva -Bioantropologia - PPGA/UFPA

Evento Gratuito