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Liberdade Acadêmica está em Risco no Brasil, firmam Antropólogos.

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Associações nacionais e internacionais de antropologia alertam para criminalização da pesquisa básica sobre populações tradicionais, indígenas e quilombolas no Brasil No   ISA Associações científicas antropológicas, nacionais e internacionais, receberam com profunda preocupação e alarme os resultados, divulgados este mês, dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai e Incra instaurada em 2015 na Câmara dos Deputados, encerrada sem conclusões e reaberta em 2016, sob a liderança dos deputados ruralistas Alceu Moreira (PMDB/RS), Luiz Carlos Heinze (PP/RS) e Nilson Leitão (PSDB/MT). Com mais de 3000 páginas, o relatório final pede o indiciamento de 88 pessoas em cinco estados (Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) entre indígenas, quilombolas, assentados da reforma agrária, ativistas, procuradores, políticos, além de antropólogos e outros pesquisadores que atuaram em processos de reconhecimento de direitos territoriais...

Hominídeo da África do Sul é muito mais novo do que se pensava

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Cientistas se surpreendem com datação de 'Homo naledi', descoberto em 2013; fósseis têm cerca de 280 mil anos, dez vezes menos que o estimado com base em seus traços primitivos Fábio de Castro, O Estado de S.Paulo 09 Maio 2017 | 12h00 SÃO PAULO - Depois de muita dificuldade, um grupo de cientistas finalmente realizou a datação de fósseis do  Homo naledi , uma espécie extinta do gênero Homo, linhagem que culminou com o aparecimento dos humanos modernos. O resultado foi surpreendente: os fósseis têm entre 335 mil e 236 mil anos e, portanto, são pelo menos 2 milhões de anos mais novos do que indicavam as estimativas anteriores dos pesquisadores. Em 2013, os fósseis do  Homo naledi  - mais de 1550 fragmentos de 15 indivíduos - foram descobertos na caverna Rising Star, na África do Sul. Em agosto de 2015, cientistas os descreveram pela primeira vez.  Obter a datação dos espécimes era uma tarefa extremamente difícil, mas, por conta de diveras característic...

Bioantropologia do PPGA com Participação/Prêmio Internacional na Human Biology Association 2017 e Doutorado Sanduíche USF

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O Prof. Dr. Hilton P Silva e a Doutoranda Ariana Kelly L S da Silva, ambos do Programa de Pós Graduação em Antropologia, Universidade Federal do Pará - PPGA/UFPA, participaram da 42st Meeting of the Human Biology Association - HBA 2017 , que ocorreu nos últimos dias 19 e 20 de Abril na cidade de New Orleans, Lousiana, EUA. Na ocasião, Hilton apresentou uma palestra sobre a saúde de populações quilombolas na Amazônia, apresentação que fez parte da programação da HBA. um dos eventos mais importantes de pesquisas sobre Biologia Humana do mundo.  Prof. Dr. Hilton P Silva durante palestra na HBA 2017 A discente de doutorado do PPGA, Ariana da Silva, participou da sessão de pôsteres do evento, com o tema " Sickle Cell Anemia, Genetic Ancestry and Public Policy in Amazonia" , de  Silva, AK ; Silva, HP; Cardoso-Costa; GL , Guerreiro; JF, cujo trabalho foi premiado com o International Travel Award 2017 (Prêmio Internacional de Viagem), um reconhecimento gratificante...

Palestra do LEBIOS no ICB/UFPA e Posse no Instituto Histórico e Geográfico do Pará

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Palestra sobre Bioantropologia no ICB/UFPA Nesta terça-feira, dia 11 de abril, às 9h00, o coordenador do LEBIOS, Prof. Dr. Hilton Pereira da Silva estará proferindo uma  palestra sobre Bioantropologia, como parte das atividades da Semana do Calouro de Biologia, no Auditório Paulo Mendes (Prédio Principal do ICB). A palestra versará sobre a história, os fundamentos teóricos da disciplina e as áreas de atuação dos bioantropólogos, é aberta e gratuita a todos os interessados.  Posse no IHGP Na última quarta-feira, dia 5 de abril, o Professor Dr. Hilton P Silva foi solenemente empossado como Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará (IHGP) na cadeira de número 58, que tem como Patrono o  Geógrafo e Humanista Eidorfe Moreira. A saudação ao novo membro do Instituto foi feita pelo Prof. Dr. João Márcio Palheta e a cerimônia contou com a presença de diversos acadêmicos da UFPA e estudantes do LEBIOS. Prof. Dr...

Convite: Qualificação de Doutorado Santiago Wolnei Ferreira Guimarães

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Exame de Qualificação de Doutorado de Bioantropologia Santiago Wolnei Ferreira Guimarães Candidato Seriam os caracteres métricos cranianos bons indicadores de espécies para o início do gênero Homo? Título do trabalho Banca examinadora Prof. Dr. Mark Hubbe- OHIO STATE UNIVERSITY, examinador externo Prof. Dr. Diogo Menezes Costa- PPGA/UFPA, examinador interno Prof. Dr. Tiago Pedro Ferreira Tomé – PPGA/UFPA, examinador interno Profª. Drª. Greice de Lemos Cardoso - ICB/UFPA, examinadora externa suplente Profª. Drª. Ândrea Kely Campos R. dos Santos – PPGA/UFPA, examinadora interna suplente Prof. Dr . Hilton Pereira da Silva – PPGA/UFPA, orientador e presidente Data/horário: 30 de março de 2017 – 16h Local: Sala de Audiovisual do LAANF

Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial - 21 de Março

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O   Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial   foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1963, e é celebrado sempre no dia 21 de março, em referência ao Massacre de Sharpeville, na África do Sul. Neste dia, em 1960, mais de 20.000 pessoas faziam um protesto contra a “Lei do Passe”, que restringia as áreas por onde os negros (maioria da população do país) podiam circular nas cidades. A polícia, agindo a mando do governo racista do Apartheid, atacou os manifestantes e 69 pessoas foram mortas e outras 186 ficaram feridas. Em memória ao massacre, a Assembleia Geral da ONU consagrou a data à luta contra o racismo e todas as formas de discriminação. Segundo as Nações Unidas, discriminação racial significa: "Qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos di...

DNA de placa nos dentes revela que Neanderthal usava 'aspirina'

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Abscesso dentário mostra que há 40 mil anos eles já usavam plantas medicinais como antibióticos e analgésicos; estudo também mostra que Neanderthais da Bélgica comiam rinocerontes, enquanto os da Espanha eram vegetarianos. Fábio de Castro O Estado de S. Paulo 08 Março 2017 | 16h17 Depois de estudar geneticamente a placa bacteriana encontrada nos dentes de homens de Neanderthal, um grupo de cientistas conseguiu desvendar novos aspectos sobre a dieta e o comportamento dos mais próximos parentes extintos dos humanos - incluindo um surpreendente conhecimento sobre plantas medicinais.  Mandíbula superior de um homem de Neanderthal encontrada em caverna de El Sidrón, na Espanha; este indivíduo apresentava um abcesso dentário em um dos molares e a análise das bactérias ali depositadas revelou que ele também tinha uma doença gastrointestinal, cujos sintomas eram tratados com álamo - uma fonte natural do princípio ativo da aspirina - e vegetação com mofos que incluíam o fungo ...